SET Norte 2025 na nova era da produção audiovisual
Painel discute como qualidade, eficiência e inovação estão redefinindo a produção audiovisual
O SET Norte 2025 debateu em Manaus, no painel “A Nova Era da Produção Audiovisual: Onde Qualidade e Eficiência se Encontram com a Inovação”, como as novas dinâmicas da produção audiovisual, que combinam velocidade, qualidade e inteligência no uso de recursos, estão moldando um novo padrão de eficiência.

Fabio Angelini, diretor Comercial para o Brasil/América Latina do Grupo Pinnacle e embaixador da Blackmagic Design no Brasil; Clecio Roberto Vieira da Silva, executivo de Contas de Produtos Profissionais da Canon Brasil; e Eduardo Lopes, representante SET Regional Norte e Diretor de Tecnologia da Rede Amazônica, debateram as tendências, tecnologias e estratégias que impulsionam resultados superiores com menores investimentos.
No início da palestra, Lopes disse que a Rede Amazônica utiliza equipamentos da Blackmagic e da Canon nos microestúdios, ou na AmazonSat, para criar conteúdos de qualidade com equipamentos de qualidade e de menor preço. “Nós apostamos em 12 estúdios com equipamentos da Blackmagic”. Referindo-se a isso, Angelini disse que a marca ganhou reconhecimento e se consolidou com “suporte e assistência técnica da Pinnacle Group”.
O executivo disse que levou a Manaus a Ursa 17K para mostrar como é possível realizar “uma produção com recursos broadcast, para transmitir streaming com qualidade de cinema”, juntando o conceito de “broadcast, streaming e cinema”, ou seja, sem a pirâmide do audiovisual, “com equipamentos que se misturam” e trabalham “de forma compartilhada e colaborativa, que permite ter pessoas conectadas pela rede. Um fazendo corte, um controle de vídeo, entre outros”, entregando, explicou, “tecnologia inovadora com custo acessível”.
Ainda voltou à URSA e à Blackmagic PYXIS, com “2 modelos para cinema digital avançado”, que podem ser utilizadas em uma câmera de ombro, com design versátil que permite montar o rig de câmera perfeito para a produção, com “sensor 6K ou 12K full-frame de 36 x 24″. Finalmente, falou da URSA G2, uma câmera para jornalismo que pode ser usada como ENG, com um sensor de 6K.
Lopes disse que usa as câmeras PTZ da Canon na Rede Amazônica. Nesse ponto, Clecio Roberto Vieira da Silva, executivo de Contas de Produtos Profissionais da Canon Brasil, anunciou dois novos equipamentos e disse que, no Brasil, a redução de custo é fundamental para o momento atual da indústria, com linhas de cinema adequadas ao momento, com produções que misturam “câmeras de cinema com lentes de broadcast, ou algumas igrejas reduzindo custos”. Para demonstrar o produto, exibiu um vídeo de uma produção com uma C400, que mistura lentes fotográficas e de cinema, e destacou a câmera EOS C50, que foi lançada recentemente e grava em 7K com gravação Open Gate RAW, fotografias de 32 MP, I/O profissional e handle modular.
Ainda falou das câmeras PTZ CR-N400 com 12G em SDI e a CR-N350, e do Multi-camera Orchestration, um software que permite trabalhar com IA para fazer multicâmera e assim usar face detection, o que permitirá que “um único operador poderá fazer, por exemplo, programas via recursos de deep learning”.
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O SET Norte tem patrocínio de Alliance, Canon, Speedcast e Atlantis. Apoio da NeoID, Teletronix, Showcase, Broadmedia e Pinnacle, e apoio institucional da Abratel, Abert, Rede-Amazônica e TV Encontro-das-Águas.
Por Fernando Moura e Fernanda Vio


